E quanto às intermináveis dúvidas in(conscientemente) reveladoras de nós mesmos em in(sensatez)?


E quanto às intermináveis dúvidas in(conscientemente) reveladoras de nós mesmos em in(sensatez)?


E quanto à falta de amor?
E quanto ao medo?
E quando o medo do medo torna-se maior do que o último?
E quanto às intermináveis dúvidas in(conscientemente) reveladoras de nós mesmos em in(sensatez)?
Diga-me: Quão longa é a noite?
Quão longa é a sua noite?
E quanto ao tempo?
E quando o tempo é dominado(r)?

"Quanto mais se procurava aproximar-se do problema, maior se tornava a noite..." - A filosofia na época trágica dos gregos.

Há dias desejava pôr em sistema prático o que controlara as interrogativas acima...
Poupei.
Mais uma vez, o tempo era o dominador, porém, controlado (paradoxalmente).

Quando acreditamos em algo com toda nossa força, queremos ir até o fim. (Primeiro exemplo em mente: o amor!)

Voltando acima... E quando há falta de amor?

É seguro e revoltante quando percebemos essa falta no próximo.
Mas, pense: E quando há falta de amor da nossa parte?
A primeira menção de pensamento é acerca do enfraquecimento daquilo em que acreditamos.
Entretanto, a segunda menção (melhor refletida) é acerca do seu fortalecimento!
Constatamos que, de fato, o amor é tão palpável que podemos percebê-lo empírica e detalhadamente. Fortalece pelo fato de ser real, não utópico. Verdadeiro, não artificial. Empírico, não suposto.

O medo do medo traz à tona a capacidade de almejarmos o bom procedimento daquilo em que acreditamos. O tempo é o sujeito sem culpas, sem pressa, vai na valsa... Nele há momentos para tudo (inclusive nada).
O tempo é sem dono, mas possivelmente controlado, quando atribuimos a algo o valor primordial cujo tempo é sutilmente desenhado e desvendado.
Cuidado! Não deixe o tempo te controlar! Controle na mesma medida: vai na valsa...

As intermináveis dúvidas in(conscientemente) reveladoras de nós mesmos em in(sensatez) são as principais chances de te guiarem para a razão que a irracionalidade desconhece, pois, como já dizia o sábio Salomão "Tudo é vaidade!"
Sabe-se o certo, mas tudo é vaidade!
Deseja-se o certo, mas tudo é vaidade!
A luta constante que o sábio Paulo (na carta aos Romanos) já descrevia!

Você decide.

Karol Guedes

Postar um comentário