Uma feliz constatação



Lendo o artigo da jornalista Magali do Nascimento Cunha, sobre "O que se esconde atrás do caso Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos", fico feliz em constatar que o deputado Marco (IN)Feli(z)ciano(NÚ) atrairá para si, passada esta rebordosa, inúmeros seguidores que o levarão a quem sabe de fato aos quase 1 milhão de votos para deputado federal ou quem sabe senador da república.

O que certamente aguçará o seu desejo insaciável pelo poder, e consequentemente o incitará a insanamente em algum momento concluir que poderá ser o presidente da república, se é que ele já não tenha estas pretensões. 

Eis aí o meu consolo, sem peso nenhum na consciência, sem inquietação alguma no coração, enquanto os religiosos acreditarem que dEUs - e sabe-se lá a respeito de quem estão se referindo quando se reportam a Ele, pois definitivamente o que esta posto aí pelos mais variados seguimentos é criação meramente das barganhas, egoísmos, insanidades, loucuras, desejo pelo poder, luxúria, moralismo, e falso moralismo, comportamento politicamente correto - quer colocar um representante seu no comando do país, isso nunca acontecerá, agora faço como eles (religiosos o fazem), esta escrito: "E o Senhor lhe respondeu: Atenta a tudo o que o povo está lhe pedindo; não foi a você que rejeitaram; foi a mim que rejeitaram como rei" (I Samuel 8.7). 

O dEUs a quem esta parcela da sociedade se refere é ao seu próprio ego, ao seu próprio desejo, encontram diabo em tudo e a todo tempo, mudam o adversários/inimigos conforme lhes convém. O PT de outrora, era o inimigo mortal, e na figura do ex-presidente Lula, residia o Lúcifer, mas nada como uma década para tudo se contornar, e Lulinha se tornar o paz e amor, e de anjo caído voltar a ser anjo de luz.

Estes que aí estão não são os "Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça", são os grupos de estelionatários da fé, seres que barganham com Deus em nome do seu dEUs. 

Mas definitivamente ao poder máximo deste país, graças a Deus, e inclusive ao seu dEUs que os cegam, jamais chegarão, ficarão sempre no quase, na eterna agonia de Sísifo, sempre próximo, mas nunca realizados. 

E que fique bem claro de que não sou ativista de qualquer um destes grupos, sejam eles quais forem.

O artigo da senhora Magali me leva a uma feliz constatação, NUNCA SERÃO!


João Vicente Ferreira Neto
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